Figueiredo Gel comenta expectativa de empreender no Brasil após as eleições

Figueiredo GelFigueiredo Gel (Foto: google)

Figueiredo Gel é um empresário nordestino que tem se destacado em nível nacional atuando nos ramos de transporte, logística, têxtil e entretenimento. Gel comenta sobre o Brasil pós eleições, as reações e expectativas do mercado e de seus negócios para o próximo ano com as promessas ditas pelo novo governo.

Aos poucos o Brasil volta à normalidade após o período eleitoral, e um certo tom otismata tem tomado conta do mercado. O período eleitoral desse ano sem dúvidas foi o que mais envolveu setores da sociedade em debates por propostas, ideologias e políticas públicas, ainda mais por conta da influência das redes sociais, mas em especial para a área econômica, que reflete o cotidiano de todos os brasileiros.

Gel primeiro fala sobre os investimentos e perspectivas para 2019: “O clima é de certo otimismo, não apenas meu, mas de todo o mercado, e não por questão política. Espera-se que exista uma abertura maior de mercado do Brasil dentro e fora da América do Sul, inclusive com a promessa da criação de um superministério da economia, contendo em si Fazenda, Planejamento e Comércio Exterior, o que facilitará muito a comunicação entre esses órgãos que eram independentes, e mais ainda o andamento da economia, as exportações dos nossos produtos e novos investimentos estrangeiros”.

O empresário adotou uma postura bem neutra durante, o pleito, porém, apesar disso, o empresário fala em positividade e otimismo: “meu partido é o Brasil. Independente de qualquer coisa, só quero o melhor para todos. Não votei em Bolsonaro, mas não jogo contra o meu país. Prefiro acreditar em dias melhores. Com as projeções do que será a pauta econômica do novo governo, não somente eu, mas todo o mercado, tem boas expectativas. Se Paulo Guedes conseguir fazer o que promete, certamente vamos crescer”.

O ramo de transportes, a maior atuação de Gel, também pode ter boas notícias em breve. A Confederação Nacional de Transportes encaminhou ao presidente eleito propostas para a mobilidade, e existe diálogo entre o representante da CNT e o presidente eleito que promete agir em favor das reivindicações expostas pelo setor:

“Atualmente no Brasil não há um Ministério dos Transportes, sendo ligados ao Ministério da Infraestrutura. Uma das promessas do novo governo é que Infraestrutura esteja dentro do novo ministério dos transportes, o que mostra a importância que o novo governo pretende dar ao tema. Vamos apostar e investir no progresso”.

Uma das promessas de campanha de Bolsonaro, que chama mais atenção do empresário, é o compromisso de redução da carga tributária e a desburocratização. Se a promessa for realmente cumprida, a expectativa é que as medidas beneficiem não apenas os ramos em que atua, como transporte e confecções, mas toda a economia: “Empreender no Brasil é muito pesado, é como se as condições do país fossem mais favoráveis ao fracasso do que ao sucesso do empreendedor. A carga tributária brasileira é muito alta, das maiores do mundo, e isso interfere em todas as empresas, pois obriga o empresário, para ter uma margem de lucro aceitável, a diminuir pessoal, oferecer salários menores aos colaboradores e apertar os cintos, graças a elevada tributação do governo. Com essa redução prometida, deve haver o fomento à expansão empresarial e a abertura de novos negócios. Torcemos pra isso”, finaliza.

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