Juíza nega habeas corpus à Prior após advogada ser desmentida

PriorPrior (Foto: Reprodução da Internet)

A Justiça rejeitou o pedido de habeas corpus feito pelos advogados de Felipe Prior, após Maria Valéria Santos, delegada titular da Delegacia de Defesa da Mulher de São Paulo, rebater as alegações feitas por Carolina Ribeiro, advogada do ex-participante do BBB 2020, no caso das acusações de estupro e tentativa de estupro contra três mulheres, antes de ingressar dentro do confinamento.

No documento, a representante do arquiteto afirmou não ter tido acesso a uma cópia do processo administrativo movido contra seu cliente. Carolina disse ter comparecido presencialmente na delegacia em 8 de abril, requerendo a réplica da ação, afirmando que o pedido lhe havia sido negado por oficiais que estavam de plantão na ocasião.

A delegada aponta que a acusação é uma estratégia da defesa para ganhar tempo e garantiu que “carecem de veracidade“. Ela apresentou outra versão da ida de Carolina à delegacia e classificou as alegações como “nutridas de caráter procrastinatório“.

Ainda no ofício, Maria Valéria acusou a equipe de Prior de “provocar tumulto processual no intuito de favorecer o acusado, aproveitando-se de um remédio constitucional prestigioso, vez que jamais impediríamos que a representante do acusado tivesse acesso aos autos do inquérito“.

A defesa de Prior divulgou uma nota na qual negou qualquer rejeição do HC com base no mérito. “O juízo apenas indeferiu a liminar naquele instante, solicitando que a autoridade policial prestasse as informações necessárias, antes da análise jurídica do mérito da medida“.

Felipe nega as acusações movidas contra ele por três mulheres, que vieram à tona após uma reportagem da revista Marie Claire.

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